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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Troca de Links


Links são trechos da página de um site que apontam para as outras do mesmo portal ou de outros sites. São formas que o web designer tem para levar o visitante de sua página até outra (links internos) ou então para direcionar o visitante a outro site (links externos) que tenha alguma relação com o assunto tratado naquela página. Também é comum a existência de links para sites de amigos, sites de interesse público, e uma infinidade de outras finalidades.

No código HTML de cada página, os links tem uma sintaxe semelhante ao exemplo abaixo:

O link "Troca de links" possui em seu código HTML o seguinte dado:

<a href="http://www.seomarketing.com.br/link-exchange.html">Troca de links</a>
Backlinks, Inbound Links ou Links Entrantes

Trata-se de sites na internet que apontam para o seu site. Chamados de backlinks, inbound links ou links entrantes, eles são fatores de grande importância na definição do posicionamento de um site na página de resultados do Google (SERP). Além disso, também assumem o papel principal na definição do Page Rank de uma página. A lógica dos mecanismos de busca é que, se vários sites na internet apontam para um determinado site, esse deve ser a autoridade na internet no assunto ao que se refere à página.

Para verificar a quantidade de links apontados para o seu site, digite "link:www.oseusite.com.br" (trocando oseusite.com.br pelo seu domínio) no campo de busca do Google ou do Yahoo. Neste caso, o site do Yahoo apresenta resultados mais atualizados do que o Google que, propositalmente, mostra uma quantidade reduzida de inbound links.


Link Exchange (Troca de links)


Devido à sua importância, backlinks são um dos principais alvos de webmasters que querem subir rapidamente no posicionamento dos mecanismos de busca. A indústria de troca de links é muito forte fora do Brasil. Webmasters procuram ativamente trocar links com outros sites, algo como "eu aponto para você e você aponta para mim". Com isso, sites ganham um grande número de backlinks e aumentam sua importância perante os mecanismos de busca.

Uma troca "natural" de links é saudável para a internet e para buscadores, pois ajuda a identificar sites que sejam a autoridade em algum tópico (ou palavra-chave, se pensarmos como o Google pensa). Links de sites de paraquedismo apontados para sites de bengalas para idosos, por outro lado, não agregam em nada e têm o simples propósito de aumentar a quantidade de links apontados para um determinado site. Existe, inclusive, sites na internet especializados em intermediar a troca de links com todos os tipos de sites.


Compra de links


Compra de links se refere à prática de comprar links em outros sites. Trata-se de uma prática comum e auxilia um site a aumentar a sua visibilidade. Pode acontecer por meio de links patrocinados, de uma imagem, banner online, janela pop-up, vídeo ou diversas outras formas. Uma grande quantidade de sites na internet são financiados por propagandas. O próprio Google tem quase a totalidade de seu faturamento vindo de venda de links aos anunciantes.

Diversos web masters aproveitam desse mecanismo para subir artificialmente o seu posicionamento nos mecanismos de busca. Comprando links em sites espalhados pelo mundo, incluindo link farms (ver explicação abaixo), há o aumento do Page Rank e, consequentemente, sobe o posicionamento das palavras-chave nas páginas de resultados dos buscadores (SERP).


Link Farm (Fazenda de links)


Alguns sites na internet têm o único propósito de vender espaços para links pagos. Eles costumam organizar suas páginas em categorias, onde posicionam os links de seus "clientes". Assim, como na troca exagerada de links, o link farms é um mecanismo usado para burlar o algoritmo do Google e afins, e visa dar ao site mais importância do que ele teria "naturalmente".


O que pensam os buscadores sobre compra e troca de links?


Mecanismos de busca procuram sempre oferecer o resultado mais relevante possível aos usuários. Dessa forma, procura-se detectar práticas que burlam as suas diretrizes ao desconsiderar o algoritmo links que tenha origem duvidosa e o único objetivo de melhora no posicionamento nos resultados.


Google Penguin Update


O Google Penguin é uma atualização do Google com o objetivo de garantir que os resultados de busca possuam sites com links de qualidade, desconsiderando links suspeitos em sites que, por sua vez, podem perder o posicionamento caso dependam deles para ranqueamento.

Com isso, o Google mantém o seu propósito e faz com que os sites trabalhem para conseguir links de qualidade apontados para ele.



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domingo, 4 de janeiro de 2015

Links Patrocinados Valem a Pena?


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São Paulo - Os links patrocinados — como são chamados os anúncios que costumam ficar ao lado ou acima do resultado das pesquisas depois que os internautas digitam determinadas palavras em sites na internet — tornaram-se populares entre os empreendedores que investem em publicidade online.

"Segundo estimativas do mercado, metade do dinheiro aplicado em marketing na internet é direcionada a esse tipo de anúncio", diz Thiago Bacchin, diretor da Cadastra, agência de marketing online. Um dos motivos é que os sites que veiculam esse formato de publicidade — como os buscadores Google e Bing — cobram pelo número de vezes que os consumidores clicam nos links, e não pela quantidade de exibições.

Isso permite que as empresas saibam se os anúncios são atrativos e paguem apenas quando os consumidores demonstram interesse nos produtos ou serviços oferecidos. "Esse tipo de publicidade também permite ao anunciante definir o valor máximo a ser gasto diariamente, além de programar a exibição dos anúncios apenas aos internautas de um certo perfil ou a moradores de determinada cidade, bairro ou rua", diz Paula Puppi, da agência Blinks, especializada em campanhas de links patrocinados.

O custo por clique costuma variar de 5 centavos a 2 reais. Embora pareça barato, existe o risco de desperdiçar dinheiro com esses anúncios. "Isso acontece, por exemplo, quando o anunciante escolhe palavras-chave mais disputadas, que por isso são mais caras, quando poderia optar por outras, mais baratas", diz Paula, da Blinks. EXAME PME ouviu empreendedores e especialistas em marketing digital para saber como aumentar o retorno da verba destinada a anúncios por links patrocinados.


1 A agência certa


Muitos empreendedores preferem entregar a tarefa de gerenciar os anúncios em links patrocinados a agências de marketing digital. Pelo serviço, é costume no mercado cobrar uma comissão de 20% sobre o valor aplicado na publicidade online. Antes de fechar contrato, é importante verificar como as agências trabalham. Algumas permitem aos clientes acesso aos sistemas para acompanhar quantos consumidores clicaram nos links, o número de pedidos fechados e o resultado do investimento nos anúncios.<!-- google_ad_section_start -->

Outras enviam apenas relatórios perió­dicos, uma vez por semana ou mensalmente. “O ideal é que o empreendedor tenha acesso direto e em tempo real aos dados e às estatísticas dos anúncios”, afirma Paula, da agência Blinks. “Assim, ele pode saber rapidamente se a estratégia escolhida pela agência está trazendo resultados ou se precisa ser revisada.” Outro ponto a ser negociado é a forma de encerramento do contrato.

Existem agências que fazem o cliente assinar cláusulas impondo multas em caso de rescisão antes de um prazo predeterminado. "Quando se contrata uma agência pela primeira vez, o ideal é não fechar negócio por um prazo maior do que quatro ou cinco meses", afirma Bacchin, da agência Cadastra. "Deve-se manter a parceria pelos bons resultados apresentados, e não por causa de cláusulas contratuais."


2 Eficiência nos gastos


Alguns sites que veiculam anúncios na forma de links patrocinados têm ferramentas para ajudar os anunciantes a investir melhor o dinheiro. O Google, por exemplo, tem um software para ajudar a prever o custo por clique de um link patrocinado, além de sugerir palavras-chave mais baratas.

"Termos mais concorridos chegam a custar três vezes mais do que a média de palavras menos disputadas", diz Paula Puppi, da agência Blinks. Também é importante limitar os períodos do dia para exibição dos anúncios. "No horário do almoço, a média de conversão de cliques em vendas pode ser mais baixa do que no fim da tarde", diz Paula. "Anunciar no momento errado é um desperdício."





3 O site mais adequado


É difícil planejar uma campanha de links patrocinados que não contemple anúncios em buscadores como Google, Yahoo! ou Bing. Uma das principais vantagens desses sites é permitir a associação do anúncio às palavras usadas pelos consumidores em suas pesquisas na internet. Dependendo dos objetivos da empresa, no entanto, pode ser interessante anunciar em outros tipos de site.

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A rede social LinkedIn, em que profissionais divulgam seus currículos e mantêm contatos profissionais, trabalha com um tipo de anúncio semelhante ao do Google, exibido a pessoas selecionadas de acordo com sua localização geográfica e o cargo que ocupam nas empresas onde trabalham.

"O Lin­kedIn é um bom canal para os anúncios de empresas cujo foco é vender para outras companhias", diz Ricardo Zacho, sócio da agência de marketing paulista MZclick. O Facebook, rede social mais popular do mundo, permite segmentar os links patrocinados para públicos bastante específicos — como para quem declara ter filho recém-nascido, por exemplo, ou proprietários de bichinhos de estimação.

"O Facebook não costuma gerar vendas por impulso e é mais indicado para as empresas interessadas em lançar ou reforçar uma marca no mercado", afirma Zacho.


4 A palavra certa


Um erro frequente de quem começa a investir em links patrocinados é escolher palavras-chave muito genéricas. Foi o que aconteceu com o publicitário Sérgio Gusmão, de 35 anos. Em 2007, logo depois de fundar a farmácia online Sare, ele começou a anunciar no Google medicamentos mais populares vendidos por sua empresa. Os resultados não foram bons. "Eu pagava caro para comprar palavras-chave disputadas por praticamente todos os concorrentes", diz Gusmão.

"Apesar disso, as vendas não iam bem, porque nossos anúncios competiam com os de outras farmácias e, às vezes, até com os links patrocinados dos laboratórios farmacêuticos." Gusmão teve então a ideia de concentrar seus anúncios em medicamentos para doenças complexas, nos quais a concorrência é menor. "Eles são mais difíceis de ser encontrados em farmácias locais”, diz ele. "Deu certo, e as vendas começaram a crescer."


5 Divulgação personalizada


A internet permite direcionar as campanhas de marketing para consumidores de um determinado perfil, diminuindo o risco de desperdiçar o investimento se comunicando com um público que não interessa atingir. Atualmente, os sistemas de links patrocinados permitem selecionar sexo, idade e as cidades ou regiões nas quais os anúncios serão exibidos. Assim, apenas quem está nos lugares escolhidos e se encaixa no perfil procurado visualiza os links patrocinados.

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"Um fabricante de roupas que tenha uma base de cadastros bastante detalhada e já sabe, por exemplo, que seus clientes de Campinas preferem um modelo de calças jeans diferente do mais vendido em Fortaleza pode criar anúncios diferentes para cada cidade", diz Fábio Ricotta, diretor da agência de marketing mineira MestreSEO.

Recentemente, duas tecnologias criadas pelo Google ampliaram ainda mais as opções de segmentação. Uma delas ajuda a localizar em tempo real pessoas que estão espalhadas em 350 aeroportos do mundo fazendo pesquisas em tablets ou smartphones enquanto aguardam seu voo. A outra ferramenta foi batizada de remarketing — consiste em rastrear usuários que já visitaram o site do anunciante no último mês e veicular anúncios específicos para eles enquanto estiverem pesquisando no Google.

"O remarketing dá uma nova chance para conquistar um potencial cliente que já demonstrou interesse por um produto ou serviço da empresa", diz Ricotta.


6 Anúncios compreensíveis


O espaço disponível nos links patrocinados para descrever um produto ou serviço costuma ser pequeno — geralmente, a empresa precisa se apresentar num texto com menos de 100 caracteres. Clareza e concisão, portanto, são fundamentais — se o consumidor não entender direito o que a empresa faz, dificilmente ele vai clicar no anúncio. Termos como “frete grátis” e “promoção” costumam atrair os internautas, desde que correspondam ao que é realmente oferecido.

"Não se deve prometer algo que não se pode cumprir", diz Ricotta, da MestreSEO. Outro cuidado importante é direcionar os consumidores que clicam nos links patrocinados diretamente para a página do produto ou serviço relacionado à pesquisa — fazer o internauta cair na página principal do site pode fazê-lo desistir da compra. 


7 Avaliação de resultados


O empreendedor Gustavo Furtado, de 30 anos, da paulista Tricae, loja virtual de produtos para crianças e gestantes, mantém dois engenheiros dedicados a aperfeiçoar as estatísticas dos links patrocinados da empresa. Para fazer o trabalho, eles avaliam relatórios fornecidos pelos sites em que a empresa divulga os anúncios — um dos mais importantes mostra quais os termos buscados pelos usuários que suscitam cliques nos anúncios.

O objetivo é descobrir as palavras-chave que não geram retorno. "Definimos metas para os anúncios e diariamente substituímos os que apresentam resultados abaixo do esperado", diz Furtado. "A troca diária de palavras-chave aumenta 30%, em média, os resultados de um anúncio." <!-- google_ad_section_end -->

Exame