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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Controle da Rede Russa


BBCBrasil

A Rússia está fazendo planos para garantir o controle estatal sobre a internet durante uma emergência nacional, segundo a imprensa russa.

De acordo com o que já foi revelado, uma guerra ou uma revolta ao estilo Primavera Árabe seriam alguns dos eventos que poderiam ser classificados como emergência no âmbito desse plano, que está em discussão no Conselho de Segurança da Rússia.

As autoridades alegam que, atualmente, o país depende muito de sistemas estrangeiros para manter suas páginas de internet.

O plano está sendo preparado em um momento em que o país enfrenta uma série de sanções da União Europeia e dos Estados Unidos por conta do suposto envolvimento russo no conflito na Ucrânia.

Líderes ocidentais acusam a Rússia de desestabilizar a Ucrânia enviando militares e armas pesadas para as forças separatistas no leste do país – algo que as autoridades de Moscou negam.
Controle dos domínios

Um porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, justificou o debate afirmando que recentes ações dos Estados Unidos e da Europa "têm sido marcadas por um certo grau de imprevisibilidade, e precisamos estar prontos para qualquer coisa".

Por sua vez, o ministro das comunicações russo Nikolai Nikiforov confirmou que o país está fazendo planos que levam em contra as sanções.

"Nessas condições estamos trabalhando em cenários nos quais nossos parceiros subitamente decidam nos cortar da internet".

Especialistas entrevistados pelo site de notícias russo Vedomosti afirmaram que o órgão federal Rossvyaz, encarregado das comunicações, poderia assumir o controle dos domínios da internet, como aqueles terminando em .ru ou .rf.

Todos os provedores no território do país também seriam subordinados ao órgão.

Ainda não está claro se o controle mais forte sobre a infraestrutura da internet na Rússia afetaria relações com a organização Icann, baseada nos Estados Unidos, que governa os domínios de internet internacionalmente.

Nikiforov afirmou que seu ministério realizou exercícios com o Ministério da Defesa e o FSB (agência de inteligência russa) para se preparar para um eventual cenário no qual a Rússia seja privada de serviços de internet.

Keir Giles, um especialista em segurança cibernética baseado em Londres, afirmou que o FSB recebeu novos poderes de vigilância da internet desde que o analista americano Edward Snowden expôs a extensão das ações de monitoramento secreto do tráfego da internet feitas pelo governo americano.

De acordo com outro site de notícias russo, o Gazeta.ru, as autoridades russas estão considerando também mudar características das conexões de internet no país para monitorar a rede mais facilmente.




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sexta-feira, 19 de junho de 2015

App Envia sem Internet


por Lucas Carvalho

São Paulo - O Jott Messenger é um app gratuito, para iOS e Android, que quer resolver seus problemas com falta de sinal.

Com ele, você pode enviar mensagens de texto gratuitamente, sem precisar de uma conexão com a internet ou mesmo sinal de rede telefônica.

O aplicativo faz uso de redes mesh (ou “de malha”), se aproveitando das conexões Bluetooth ou do roteador do aparelho para realizar o tráfego de dados. Entretanto, o seu destinatário precisar estar a, pelo menos, 30 metros de distância.

Privacidade também é uma das preocupações do Jott. O usuário não precisa registrar seu número de telefone para trocar mensagens: basta criar um perfil, ou importar sua conta no Instagram, e se conectar automaticamente a outros usuários ou grupos de bate-papo próximos.

Além disso, as mensagens e arquivos enviados através do Jott podem ser apagados automaticamente após alguns minutos, caso o usuário decida assim.

O aplicativo também é capaz de dectar e avisar o usuário quando seu amigo tira um screenshot da tela da conversa. Não é possível começar um chat com alguém sem a autorização da pessoa.

O aplicativo está ganhando fama nos Estados Unidos, principalmente entre estudantes de ensino fundamental e médio. Hoje, já são mais de 150 mil usuários ativos. Apesar de estar disponível no Brasil, o Jott não possui versão em português.



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sábado, 6 de junho de 2015

Se Posicione nos Motores de Busca


por pmelink

Levar os cibervisitantes ao site de uma empresa é um dos grandes desafios do marketing da era da Internet. A publicidade, promoção, troca de banners e de hiperligações são alguns dos métodos usados, mas mais simples e mais barato é garantir uma boa colocação nas respostas a pesquisa por palavra nos motores de busca.

Os estudos provam que mais de 70 por cento dos acessos a um site de Internet são iniciados a partir dos principais motores de busca e é fundamental que, perante os biliões de páginas que actualmente estão online, o seu site fique posicionado entre os 10 a 20 primeiros resultados na pesquisa pelo termo ou nome que melhor define o seu negócio. Para o conseguir existem vários métodos possíveis, mas o primeiro passo é determinar qual o tipo de visitantes que quer atrair.


Determine o tipo de visitantes que quer atrair


O tipo de site, o âmbito nacional ou internacional e o objectivo de comércio, promoção ou institucional são factores que influenciam o tipo de público que interessa levar à página. Uma pequena empresa que não deseja realizar negócios com parceiros internacionais e que mantém apenas um site institucional não deve preocupar-se em registar o seu endereço nos milhares de motores de busca existentes. Mas, se a empresa se chama ADCDEF, ou vende um produto com esse nome, certamente que lhe agrada que numa pesquisa a página apareça entre os primeiros resultados apresentados. 

Os factores determinantes da escolha a fazer são:

Site institucional - para os sites institucionais interessa levar pessoas que procuram produtos e serviços que a sua empresa vende, com uma linguagem que se adapte ao tipo de cultura de empresa que mantém. Este site deve estar bem posicionado nos motores de busca em relação ao nome da empresa, tipo de negócios e nomes de produtos.

Site Comercial - numa página cujo objectivo é vender produtos é obrigatório que o posicionamento no motor de busca seja um dos primeiros em relação ao tipo de produtos que comercializa, marcas, nome da empresa. Aqui pode justificar-se a compra de um tipo de serviço especial que alguns motores de busca oferecem, que é a listagem separada na página de respostas.

Âmbito geográfico


Nacional - se não tem pretensões de conseguir negócios internacionais deve apostar mais em registar o seu site nos motores de busca locais, mas não esquecendo os principais pesquisadores mundiais já que muitos dos utilizadores que lhe interessam podem usá-los. Mas, não valerá a pena provavelmente gastar tempo e paciência e inscrever o site num motor de busca da Polinésia.

Internacional - para abrir as portas a visitantes de vários países, mesmo que sejam de origem portuguesa, tem de contemplar a inscrição do site nos maiores pesquisadores internacionais, mas também nos motores de busca principais das áreas geográficas a que quer chegar. Se lhe interessam os visitantes da Galiza procure qual o motor ou motores de busca mais usados na região. Porém, não se esqueça que terá de ter na página pelo menos uma versão em inglês.

Grau de especialização


Generalista - para um site generalista a escolha dos motores de busca a utilizar deve seguir o critério dos mais utilizados.

Especializado - se o seu site vende ou anuncia produtos ou serviços especializados tem de procurar se existem motores de busca especificamente dirigidos à comunidade que lhe interessa chegar.

Ainda assim, os motores de busca mais importantes não devem ser nunca ignorados, seja qual for o tipo ou âmbito do seu site. Os motores de busca nacionais são, naturalmente imprescindíveis, sobretudo o AEIOU, Terravista e SAPO. Nos pesquisadores internacionais ficam os mais importantes, considerados pelo maior número de visitantes mas também pela dimensão de páginas registadas, (por ordem alfabética): AltaVista; Ask Jeeves; Excite; FAST Search; Google; Inktomi; Lycos; Northern Light; Yahoo. Os motores de busca especializados dependem da área de especialização, de computador, de newsgroups, de informação médica, legal e científica, entre outras. No site Search Engine Watch pode encontrar diversas listas de motores de busca temáticos. 









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sábado, 18 de abril de 2015

Netiqueta: etiqueta na Internet




Regras de comportamento são necessárias em qualquer tipo de convívio social e, na internet, isso não é diferente. Com a dificuldade em interpretar emoções e conotações na comunicação via web, uma etiqueta virtual se torna imprescindível.

A netiqueta (neologismo oriundo da fusão das palavras net + etiqueta) cumpre o papel de intermediar a boa comunicação e prezar por uma vivência virtual harmônica. Para promover essas regras, montamos um guia com algumas regras básicas de netiqueta e também o que não é aceitável no mundo da web. Confira!






Evite escrever em letras maiúsculas


Na hora de escrever uma mensagem (seja um e-mail profissional ou uma conversa em rede social), evite escrever em letras maiúsculas. Como a internet tem suas limitações na hora de imprimir emoções, as letras maiúsculas acabam sendo usadas como “grito”. Uma mensagem inteira assim pode denotar outro sentido, mesmo sem querer. Também é interessante escrever seus textos de forma clara e objetiva. Negrito, itálico e sublinhado são utilizados apenas em pontos específicos de detalhe. Abusar de gifs animados e fontes coloridas também não é uma boa escolha.


Evite escrever em outra língua


Evite escrever em outra língua, a não ser que seja solicitado. Não dá pra saber se todo mundo irá compreender a sua mensagem, principalmente fora de ambientes corporativos.


Divida seu texto em blocos


Na hora de escrever uma mensagem longa, divida o seu texto em blocos e, se possível, por subtítulos. Mensagens grandes e contínuas são cansativas, ainda mais em uma tela de computador.
Mande e-mails em cópia oculta

Na hora de mandar e-mails para mais de uma pessoa, opte por mandar em cópia oculta, principalmente se essas pessoas não se conhecem. Isso diminui a possibilidade de spams e mensagens indesejadas.

Netiqueta – fóruns e redes sociais



Respeite as regras do grupo


Antes de disparar mensagens em algum grupo, entenda o funcionamento dele. Muitos grupos têm documentos com regras e orientações aos participantes.
Procure antes de perguntar

Procure no histórico do grupo se a sua dúvida ou mensagem já não foi tema de debate. Caso tenha sido, mas você deseja realizar um novo comentário, não abra outro tópico. Escreva no tópico existente e “reaviva” a discussão.








Não repita mensagens


Não mande as mesmas mensagens várias vezes. Isso é uma forma de spam e torna os fóruns desagradáveis.


Seja educado e respeitoso


Seja sempre educado e respeitoso com todos os participantes e acate as decisões de moderadores. Eles estão ali exatamente para conduzir os fóruns de uma forma benéfica a todos.


Evite escrever mensagens acaloradas


Com o “anonimato” que a internet oferece, é muito comum que as discussões atinjam níveis que, na realidade, não atingiriam. Lembre-se que a internet é um espaço de convívio como qualquer outro e o bom senso deve sempre falar mais alto.


Seja Grato


Distribua cliques se você aprova o conteúdo. Você esta usufruindo do trabalho de pessoas que estão trabalhando também pra você. Não custa nada ao internauta e o blogueiro agradece. 


Netiqueta e o falso anonimato da internet


Já se tornaram rotineiros o aparecimento de casos de agressão verbal, violência, ameaças e preconceito na internet. Por estarmos atrás de uma tela de computador, temos a falsa sensação de que estamos impunes, protegidos pelo anonimato e que a internet se torna um espaço aberto para falarmos o que quisermos, da maneira que quisermos e para quem quisermos. Na realidade, isso não é assim.

Nunca devemos esquecer que o contato feito via web é sempre recebido por outra pessoa e não simplesmente por uma máquina. Direitos civis e privacidade devem ser respeitados em qualquer lugar, inclusive na web. A máxima de “faça para os outros o que você deseja que façam para você” nunca foi tão necessária em nosso tempo.

Atente-se para a maneira que você se porta na internet para que ela seja um espaço de aprendizado, compartilhamento saudável e boas relações.


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quarta-feira, 25 de março de 2015

Lojas Virtuais



por dotstore

Loja virtual é um site que faz da internet seu canal de negociação, objetivando a venda de produtos e serviços à clientes online. Esses sites de e-commerce possibilitam que os clientes façam a visualização e a escolha de produtos, lançando-os em um carrinho de compras, onde a confirmação da compra e pagamento são efetuados em um processo totalmente online.

Há inúmeras vantagens em possuir um e-commerce, pois o investimento inicial das lojas virtuais é menor em relação às que necessitam de um espaço físico, as mesmas ficam abertas 24 horas por dia e oferecem serviços personalizados conforme as características do consumidor. Além disso, o mercado virtual iguala as oportunidades entre pequenas, médias e grandes empresas e permite melhor mensuração e gerenciamento das informações sobre o mercado consumidor.

Com as inovações tecnológicas, as lojas virtuais podem ter layouts personalizados, cuja função é despertar a atenção, o interesse e a identificação do cliente com a plataforma de e-commerce, uma vez que os layouts customizados tornam a loja diferenciada em relação às demais. Além dessa forma, as novidades são implantadas através da integração com as redes sociais, permitindo a participação dos clientes através de blogs e mídias de mensagens instantâneas para a divulgação do sistema.

Com o constante crescimento do mercado virtual brasileiro e a ampliação no volume de e-consumidores, possuir uma loja virtual significa investir em um empreendimento duradouro, com grandes perspectivas de sucesso, sendo suas expectativas atingidas a cada ano.

Boas vendas!


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domingo, 22 de fevereiro de 2015

Copiando sem Culpa



Você, blogueiro, está navegando pela web e encontra um post que tem tudo a ver com o conteúdo do seu blog. E mais: o artigo é tão bom que você quer copia-lo para seus leitores. O que você faz? Alguns nem pensam em Direitos Autorais, copiam na cara dura mesmo; outros sabem que precisam dar crédito, mas não sabem como. O post de hoje mostra, passo-a-passo, o que você deve fazer para não ter problemas com Direitos Autorais.


1. PROCURE A LICENÇA DE USO DO BLOG/SITE


Mesmo que a licença não esteja tão visível no blog, é seu dever procura-la. Você quer usar um conteúdo que não é seu, certo? Então precisa se certificar se pode ou não copiar. A licença pode estar em um widget de coluna lateral, ou no rodapé do blog, ou ter uma página só para isso, ou todas as alternativas.


2. ENTENDA A LICENÇA DO BLOG


Nem sempre a licença vai estar escrita detalhadamente, talvez tenha apenas o número ou símbolo Creative Commons. De novo: é seu dever se certificar sobre a licença. Ela pode ser copyright (todos os direitos são reservados) ou ter alguma licença Creative Commons. O blog ou site pode inclusive não ter colocado nenhuma licença.

Já fiz alguns posts aqui no MetaBlog falando sobre Direitos Autorais e licenças de uso, veja os seguintes artigos para relembrar como estas questões funcionam:



3. SIGA AS CONDIÇÕES DE USO


Se for copyright você não pode copiar absolutamente nada sem antes pedir autorização por escritoao autor do conteúdo (e aguardar a resposta dele, é claro). Se não houver licença você também não deve copiar nada, pois é assim que as leis de Direitos Autorais funcionam: somente o autor do conteúdo é que tem direitos sobre o conteúdo, quem copia indevidamente é passível de processo e pagamento de indenizações.

Se for uma licença Creative Commons você precisa conferir quais as concessões e restrições da CC escolhida pelo autor (nos links indicados acima você encontra todos os tipos de licença CC). Lá no blog com o conteúdo original, é só clicar no link da licença e você será redirecionado para a página com as informações necessárias. Sim, sempre tem que acessar e ler, pois às vezes a licença tem o mesmo número, mas algumas condições diferentes.





Importante:


Se a licença permitir copiar apenas uma parte do conteúdo original, evite copiar mais do que um parágrafo.
Se a licença exige que você licencie seu blog sob a mesma licença do conteúdo copiado (geralmente as 3.0 CC), reveja a licença do seu blog. Se não quiser mudar sua licença, não copie conteúdos que exigem ter a mesma licença.
Se você ganha dinheiro com seu blog, seja com publieditoriais e/ou anúncios e/ou programa de afiliados, você não pode utilizar conteúdos cuja licença proíbam uso comercial.


4. DÊ O CRÉDITO CORRETAMENTE


Entender o significado da licença é fácil, difícil tem sido encontrar blogueiros que se preocupem em saber sobre Direitos Autorais na internet, que respeitem as licenças de uso e saibam creditar corretamente. E como se faz o crédito corretamente?


A) COLOCANDO O NOME DO AUTOR E LINK PARA O CONTEÚDO, NÃO PARA O BLOG

Observe os exemplos:

Fácil, né? Link para o blog é apenas o endereço do blog, link para o conteúdo é o link direto do post copiado (também chamado de permalink). Uma das maneiras corretas de creditar o link anterior seria assim, com o nome do autor e link para o post: “Segundo a Lis Comunello, blogueiros não podem ser preguiçosos” (clique no link para ver que ele leva direto ao post e não ao endereço do blog).


B) COLOQUE O CRÉDITO NO INÍCIO DO POST


Se você colocar no final, o leitor vai passar toda leitura achando que o conteúdo é seu; e se ele não ler até o final, sairá da página achando que você é o autor. Deixe claro desde o início que a obra não é sua e coloque o crédito corretamente (nome do autor + permalink do post).


C) USE QUOTES


Quotes são as “caixinhas” como a do modelo de crédito abaixo, elas estão no editor de texto com o símbolo de aspas e deixarão o texto com recuo na margem. Não importa se você vai usar o texto todo ou apenas um parágrafo, use quotes. Eles só não são necessários quando você copiar apenas uma ou duas linhas (neste caso se deve colocar o trechinho copiado entre aspas, mas sempre fazendo link direto para o post). Isto é para que, assim como no caso do crédito no início do post, não haja margem para o leitor pensar que o conteúdo é criação sua.

Veja, abaixo, um exemplo de crédito correto e em quotes:


(Nome do seu post)

O texto abaixo, O que fazer ao encontrar conteúdo plagiado do seu site?, foi escrito pela Claudia Regina no MetaBlog xCake.

(Texto copiado, em quotes)

Se o conteúdo copiado for uma imagem você pode seguir o exemplo das fotos que uso aqui no MetaBlog: sempre coloco o nome do autor e faço link para a imagem original.


CONSIDERAÇÕES FINAIS


– Notou que insisti no seu dever de procurar a licença de uso, né? Considere o seguinte: é você que quer usar um conteúdo que não é seu, portanto você precisa, sim, verificar se pode ou não copiar aquilo. Direitos Autorais são do autor, quem copia tem deveres.

– Não custa lembrar: não faça hotlink! Você está usando um conteúdo que não foi criado por você, algo que alguém teve o trabalho de sentar e elaborar/escrever/fotografar, não vai querer “roubar banda” dos outros, né? Se o texto que você vai copiar tem imagens, salve-as seu computador, depois hospede-as no seu servidor e só então insira no seu post.

– Algumas pessoas copiam o que não deviam e mesmo assim não são nada educadas e/ou responsáveis quando o autor do conteúdo entra em contato. Entenda: se você copiou conteúdo indevido, não tem o direito de achar ruim que o autor lhe procure. Mesmo que ele esteja irritado (e vai estar, afinal foi plagiado!), lembre que ele está no direito dele de reclamar a autoria do texto/fotografia/música. Respire fundo, conte até 10, confira o post copiado e a licença de uso, depois responda o e-mail ou comentário do autor admitindo seu erro e solucione imediatamente o problema (você pode adequar o post e seu blog às condições dele ou deletar todo conteúdo copiado).Não vale mentir dizendo que escreveu pro autor e não teve resposta (isto é, no mínimo, imaturidade),não vale fazer post ou tuitar xingando o autor – de novo: quem tem direitos autorais é o autor, se você está copiando deve seguir as condições dele sem reclamar. Também não é aconselhável bloquear no seu blog os comentários do autor, pois além de ele ter todo direito de reclamar autoria também pode cansar de tentar dialogar e partir direto para um processo judicial. Enfim, resumindo: se você errou, assuma o erro e também as consequências (autor reclamando é uma consequência).

Ufa! O post ficou longo, mas tem todas as informações que precisamos para não fazermos uso indevido da obra alheia. =)




sábado, 21 de fevereiro de 2015

A Preferência para Navegadores vai para....





Saber quais navegadores de web são mais usados pelos internautas é uma informação bastante relevante para profissionais de web. Então para os ajudar, nós buscamos dados sobre o uso de browsers no Brasil e no mundo em janeiro.

No Brasil, o Chrome se manteve como o navegador preferido dos usuários de web, respondendo por 56,92% dos acessos em janeiro. Entretanto, seu uso diminuiu, já que em dezembro ele tinha participação de 59,48%, segundo dados da Statcounter.

O Internet Explorer passou pelo caminho inverso e viu sua utilização no Brasil subir de 19,18%, em dezembro, para 22,74% em janeiro. Já a representatividade do FireFox caiu de 18,29% para 17,35% na mesma base de comparação. Por fim, o Safari respondeu por 1,95% dos acessos em janeiro no Brasil.



Quando analisados os acessos mundiais, o Chrome teve participação de 36,52% em janeiro, contra 30,71% do Internet Explorer, 21,42% do FireFox e 8,29% do Safari, de acordo com a Statcounter. Abaixo, veja um mapa mostrando quais são os browsers mais usados em cada país.




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Segurança em conexões Web






Ao navegar na Internet, é muito provável que a grande maioria dos acessos que você realiza não envolva o tráfego de informações sigilosas, como quando você acessa sites de pesquisa ou de notícias. Esses acessos são geralmente realizados pelo protocolo HTTP, onde as informações trafegam em texto claro, ou seja, sem o uso de criptografia.

O protocolo HTTP, além de não oferecer criptografia, também não garante que os dados não possam ser interceptados, coletados, modificados ou retransmitidos e nem que você esteja se comunicando exatamente com o site desejado. Por estas características, ele não é indicado para transmissões que envolvem informações sigilosas, como senhas, números de cartão de crédito e dados bancários, e deve ser substituído pelo HTTPS, que oferece conexões seguras.

O protocolo HTTPS utiliza certificados digitais para assegurar a identidade, tanto do site de destino como a sua própria, caso você possua um. Também utiliza métodos criptográficos e outros protocolos, como o SSL (Secure Sockets Layer) e o TLS (Transport Layer Security), para assegurar a confidencialidade e a integridade das informações.

Sempre que um acesso envolver a transmissão de informações sigilosas, é importante certificar-se do uso de conexões seguras. Para isso, você deve saber como identificar o tipo de conexão sendo realizada pelo seu navegador Web e ficar atento aos alertas apresentados durante a navegação, para que possa, se necessário, tomar decisões apropriadas. 



 Tipos de conexão


Para facilitar a identificação do tipo de conexão em uso você pode buscar auxílio dos mecanismos gráficos disponíveis nos navegadores Web mais usados atualmente. Estes mecanismos, apesar de variar de acordo com o fabricante de cada navegador, do sistema operacional e da versão em uso, servem como um forte indício do tipo de conexão sendo usada e podem orientá-lo a tomar decisões corretas.

De maneira geral, você vai se deparar com os seguintes tipos de conexões: 

Conexão padrão: é a usada na maioria dos acessos realizados. Não provê requisitos de segurança. Alguns indicadores deste tipo de conexão:

-o endereço do site começa com "http://";
- em alguns navegadores, o tipo de protocolo usado (HTTP), por ser o padrão das conexões, pode ser omitido na barra de endereços;
- um símbolo do site (logotipo) é apresentado próximo à barra de endereço e, ao passar o mouse sobre ele, não é possível obter detalhes sobre a identidade do site.





Conexão segura: é a que deve ser utilizada quando dados sensíveis são transmitidos, geralmente usada para acesso a sites de Internet Banking e de comércio eletrônico. Provê autenticação, integridade e confidencialidade, como requisitos de segurança. 

Alguns indicadores deste tipo de conexão são:

- o endereço do site começa com "https://";
- o desenho de um "cadeado fechado" é mostrado na barra de endereço e, ao clicar sobre ele, detalhes sobre a conexão e sobre o certificado digital em uso são exibidos;
- um recorte colorido (branco ou azul) com o nome do domínio do site é mostrado ao lado da barra de endereço (à esquerda ou à direita) e, ao passar o mouse ou clicar sobre ele, são exibidos detalhes sobre conexão e certificado digital em uso.





Conexão segura com EV SSL: provê os mesmos requisitos de segurança que a conexão segura anterior, porém com maior grau de confiabilidade quanto à identidade do site e de seu dono, pois utiliza certificados EV SSL . Além de apresentar indicadores similares aos apresentados na conexão segura sem o uso de EV SSL, também introduz um indicador próprio que é a barra de endereço e/ou o recorte são apresentados na cor verde e no recorte é colocado o nome da instituição dona do site.




Outro nível de proteção de conexão usada na Internet envolve o uso de certificados auto assinados e/ou cuja cadeia de certificação não foi reconhecida. Este tipo de conexão não pode ser caracterizado como sendo totalmente seguro (e nem totalmente inseguro) pois, apesar de prover integridade e confidencialidade, não provê autenticação, já que não há garantias relativas ao certificado em uso.

Quando você acessa um site utilizando o protocolo HTTPS, mas seu navegador não reconhece a cadeia de certificação, ele emite avisos. Caso você, apesar dos riscos, opte por aceitar o certificado, a simbologia mostrada deve ser mostrada pelo seu navegador. Alguns indicadores deste tipo de conexão são:

- um cadeado com um "X" vermelho é apresentado na barra de endereço;
- a identificação do protocolo "https" é apresentado em vermelho e riscado;
- a barra de endereço muda de cor, ficando totalmente vermelha;
- um indicativo de erro do certificado é apresentado na barra de endereço;
- um recorte colorido com o nome do domínio do site ou da instituição (dona do certificado) é mostrado ao lado da barra de endereço e, ao passar o mouse sobre ele, é informado que uma exceção foi adicionada.









Certos sites fazem uso combinado, na mesma página Web, de conexão segura e não segura. Neste caso, pode ser que o cadeado desapareça, que seja exibido um ícone modificado (por exemplo, um cadeado com triângulo amarelo), que o recorte contendo informações sobre o site deixe de ser exibido ou ainda haja mudança de cor na barra de endereço.





Como verificar se um certificado digital é confiável


Para saber se um certificado é confiável, é necessário observar alguns requisitos, dentre eles:
- se o certificado foi emitido por uma AC confiável (pertence a uma cadeia de confiança reconhecida);
- se o certificado está dentro do prazo de validade;
- se o certificado não foi revogado pela AC emissora;
- se o dono do certificado confere com a entidade com a qual está se comunicando (por exemplo: o nome do site).

Quando você tenta acessar um site utilizando conexão segura, normalmente seu navegador já realiza todas estas verificações. Caso alguma delas falhe, o navegador emite alertas.





Em geral, alertas são emitidos em situações como:

- o certificado está fora do prazo de validade;
- o navegador não identificou a cadeia de certificação (dentre as possibilidades, o certificado pode pertencer a uma cadeia não reconhecida, ser auto assinado ou o navegador pode estar desatualizado e não conter certificados mais recentes de ACs);

- o endereço do site não confere com o descrito no certificado;

- o certificado foi revogado.

Ao receber os alertas do seu navegador você pode optar por desistir da navegação. Dependendo do navegador, ao selecionar esta opção você será redirecionado para uma página padrão ou a janela do navegador será fechada.

Você pode solicitar detalhes sobre o problema. Ao selecionar esta opção, detalhes técnicos serão mostrados e você pode usá-los para compreender o motivo do alerta e decidir qual opção selecionar.

Pode ainda aceitar os riscos. Caso você, mesmo ciente dos riscos, selecione esta opção, a página desejada será apresentada e, dependendo do navegador, você ainda terá a opção de visualizar o certificado antes de efetivamente aceitá-lo e de adicionar uma exceção (permanente ou temporária).

Caso você opte por aceitar os riscos e adicionar uma exceção, é importante que, antes de enviar qualquer dado confidencial, verifique o conteúdo do certificado e observe:

- se o nome da instituição apresentado no certificado é realmente da instituição que você deseja acessar. Caso não seja, este é um forte indício de certificado falso;
- se as identificações de dono do certificado e da AC emissora são iguais. Caso sejam, este é um forte indício de que se trata de um certificado autoassinado. Observe que instituições financeiras e de comércio eletrônico sérias dificilmente usam certificados deste tipo;
- se o certificado encontra-se dentro do prazo de validade. Caso não esteja, provavelmente o certificado está expirado ou a data do seu computador não está corretamente configurada.

De qualquer modo, caso você receba um certificado desconhecido ao acessar um site e tenha alguma dúvida ou desconfiança, não envie qualquer informação para o site antes de entrar em contato com a instituição que o mantém para esclarecer o ocorrido

Cert.br 




quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pesquisa Mostra o Público dos Blogs



BBCBrasil


Segundo o estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14% desde 2006.

Os adolescentes que disseram ter feito comentários em blogs de colegas caiu de 76% para 52% no mesmo período.




A pesquisa indica que os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas em sites de redes sociais ou de micro-blogging, como o Facebook ou o Twitter, ou acessar a internet pelo telefone celular.

Ao mesmo tempo, a proporção de internautas adultos que disseram manter um blog na rede se manteve constante de 2006 para cá, em cerca de 10%.

Apesar de a popularidade dos blogs ter se mantido constante de uma maneira geral entre os adultos, a pesquisa mostra uma diferença clara quando analisados os dados entre os grupos por faixas etárias específicas.

A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.



Redes sociais


Se por um lado a popularidade dos blogs tradicionais vem caindo entre os mais jovens, segundo indica a pesquisa, os dados mostram um envolvimento cada vez maior dos adolescentes em redes sociais na internet.

Segundo um estudante ouvido pela pesquisa, os adolescentes estão perdendo o interesse nos blogs porque eles precisam de rapidez e “as pessoas não acham a leitura tão divertida”.

De acordo com o estudo da Pew, 73% dos adolescentes americanos disseram usar sites de relacionamento social atualmente, contra 55% em novembro de 2006 e 65% em fevereiro de 2008.

A pesquisa indica ainda um aumento da popularidade do acesso à internet pelo celular – 55% dos jovens entre 18 e 29 anos e 27% dos adolescentes de 12 a 17 disseram acessar a rede dessa maneira.

Outro resultado interessante da pesquisa é que, ao contrário da maioria dos sites de relacionamento ou micro-blogging, o uso do Twitter é mais popular entre os adultos jovens do que entre os adolescentes.

Segundo o estudo, 8% dos adolescentes leem postagens ou escrevem no Twitter, contra 19% dos adultos maiores de 18 anos. Na faixa etária entre os 18 e os 29 anos, o uso da rede de micro-blogging chega a 37%.